Reflexão: Definição de filhos por "José Saramago"! Bem, na verdade é: Definição de filhos por Autor Desconhecido!


"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.

Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.

Perder? Como? Não é nosso, recordam-se?

Foi apenas um empréstimo".

TOC: Manias sem fim

by Hospital Albert Einsten

Cerca de 4% da população mundial sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo. As manias são consideradas doença quando afetam a vida pessoal e profissional.

De seis a dezessete anos. Esse é o tempo médio que uma pessoa com Transtorno Obsessivo Compulsivo, conhecido como TOC, demora para procurar ajuda. Pior que isso: boa parte daqueles que têm o problema sofre em silêncio, com receio e vergonha de expor suas manias ou compulsões. Manias das mais variadas: tem gente que só sai de casa depois de desligar o gás ou trancar todas as portas; há aqueles que precisam dispor certos objetos simetricamente lado a lado, mesmo que a tarefa lhe tome um bom tempo; e há ainda os que têm pavor de ser contaminados por algum micro-organismo superpoderoso, por isso, lavam as mãos repetida e constantemente. Esses são apenas alguns exemplos. Em comum, todos sentem uma ansiedade atroz caso não executem determinada tarefa. É uma necessidade que se transforma em prisão – aliás, tem quem se isole em casa por conta da doença.

Segundo dados da Harvard Medical School, cerca de 4% da população mundial sofre do transtorno, que atinge homens e mulheres em igual proporção. E as manias são consideradas doença quando passam a afetar a vida pessoal e profissional. Dá para imaginar o quão complicada fica a convivência com alguém que passa horas a fio tomando banho; que precisa passar centenas de vezes ao dia pela porta do seu quarto ou que tem a necessidade de limpar compulsivamente as maçanetas da casa. Vale saber: um artigo publicado no Journal of the American College of Cadiology revelou que a exposição crônica a tamanha ansiedade e a outros sentimentos a ela associados, como o medo, aumenta de 30% a 40% o risco de infarto.

Leia a reportagem completa em: Hospital Albert Einstein

Brincadeiras podem minimizar problemas e estimular as crianças



"Por meio das brincadeiras a criança demonstra características que pode tentar esconder nas atitudes do dia-a-dia", alerta Elaine Prodócimo, professora da Faculdade de Educação Física da Unicamp que trabalha com crianças.

Por isso, é importante ficar atento a comportamentos na hora de dividir brinquedos, negociar regras, dar opiniões, expressar sentimentos ou convidar amigos para brincar. "Quando a criança apresentar dificuldade para socialização, como brigar, não querer dividir, chorar, emburrar e fazer chantagens, os pais devem descrever, brevemente e de maneira adequada, o que está acontecendo, solicitando alternativas para solução do conflito, ou propondo-as", orienta Talita Pereira Dias, mestranda em Psicologia na Universidade de São Carlos (Ufscar), que estuda problemas de comportamento infantil.

Jogos que ensinam

O momento de brincar é essencial para o desenvolvimento da criança. "O jogo intensifica o contato com o mundo e as ações da criança expressam sentimentos, desejos e valores que ela ainda não diz por relatos verbais", explica Giovana Del Prette, doutoranda em Psicologia pela USP, na área de terapia infantil.

Todos os jogos e brincadeiras têm coisas boas a ensinar. "Jogos competitivos como Uno, Cara-a-Cara e Ludo mostram como lidar com regras e a desenvolver espírito esportivo. Outros, como Damas, Xadrez', 'Resta 1, Palavras Cruzadas e Detetive, estimulam o intelecto. Twister e Imagem e Ação exploram bastante a movimentação corporal", analisa Giovana. Utilizar sucata para construir brinquedos ajuda na criatividade e desenhar e inventar histórias estimulam a fantasia e a troca de papéis.
 
Uma ressalva feita pelo mestre em educação física pela Unesp e membro do Laboratório de Estudos em Psicologia do Esporte Rafael Kocian é sobre a atuação dos pais. "Muitas brincadeiras pedagogicamente corretas podem ser estragadas pela postura dos adultos presentes, enquanto brincadeiras mais "fortes", se bem trabalhadas, podem ser muito boas, como as artes marciais, que em primeiro momento parecem agressivas", alerta.

Mesmo apenas uma corridinha pode ser importante para as crianças. "No atletismo, por exemplo, os pais devem enfatizar a melhora individual. E, como pode ser desenvolvido em grandes grupos, favorece a socialização", conta Sara Matthiesen, doutora em educação e professora do departamento de educação física da Unesp.

Use as brincadeiras ao seu favor

Observe os tipos de atividade que seu filho mais gosta e tente explorá-los para minimizar atitudes inadequadas. Comece com atividades simples, que não exijam comportamentos específicos relacionados à dificuldade da criança e, gradativamente, aumente a complexidade. Veja as sugestões abaixo e, se preciso, faça adaptações.

Falta de atenção

"Veja os assuntos que chamam a atenção da criança. Se ela gostar de carro, enfoque isso e invente um pega-pega com o tema carro, por exemplo. Aos poucos, insira outras mais concentradas, como jogo de memória, quebra-cabeça, dominó, damas, xadrez e jogos de montar, sem pressionar quanto ao tempo de permanência", ressalta Elaine.

No início, tente atividades que envolvam movimentação e, aos poucos, requeiram momentos, ainda que curtos, sentado ou parado, como é o caso de "estátua" e brincadeiras de imitação.

Agressividade

Kocian diz que nos jogos de interação as regras devem ser bem claras e rígidas. Se durante a queimada ou futebol a criança briga ou joga a bola com força excessiva, deve ser desclassificada. "Sugira brincadeiras de cooperação, como produzir algo em conjunto (cozinhar, montar um quebra-cabeça) e, por meio de histórias, estimule o reconhecimento dos sentimentos dos outros, que sofrem a agressão", conta Talita.

Timidez

Comece com brincadeiras mais ativas (brincadeiras de roda, passar a bola por debaixo das pernas) e, aos poucos, introduza a comunicação (telefone sem fio, passa anel) e a participação em turmas, começando por duplas, trios, até chegar em grupos maiores, explica Talita. "Destaco as brincadeiras que utilizam expressividade, integração e tomada de decisões, como jogos de imitação e mímicas", afirma Kocian.
 
Dificuldade para dividir as coisas

"É importante que as atividades envolvam materiais que continuem disponíveis mesmo que a criança aceite compartilhar, como a pintura com guache ou peças de montar em grande quantidade. Evite, de inicio, brincadeiras que envolvam um único exemplar do brinquedo (carrinho, motoca, boneca etc)", sugere Talita.
 

Evento: Contação de História

A Gratidão do Gruo


Vovô procurava por comida quando encontrou um lindo grou preso a uma armadilha. Com pena da ave, ele a libertou mas continuou com fome. Até que, no dia seguinte, uma mulher misteriosa bateu na porta de sua casa.

O conto exibido em português e japonês faz parte do Kamishibai (narração de histórias com painéis de desenho).

Duração 30 minutos
Idade: acima de 4 anos
Local: Fundação Japão - ao lado da biblioteca. Av. PAulista, 37 - telefone 31410110
Gratuito
Sábado - dia 11/06 às 11h, 14h30 e 15h30